Carlos Santos Silva, apontado como possível testa-de-ferro do ex-primeiro-ministro, também foi detido ao desembarcar no aeroporto da Portela.
José Sócrates soube com antecedência da operação para apurar a origem do seu património, e terá sido por isso que foi para Paris, e também por isso que Carlos Santos Silva e Gonçalo Ferreira, também incriminados, estiveram fora do país. É o que revela o jornal Sol esta sexta-feira.
Segundo "fontes próximas da investigação" citadas pelo jornal Sol, os investigadores da operação Marquês suspeitam José Sócrates de ter acumulado uma fortuna de 20 milhões de euros enquanto era governante. 17 milhões de euros terão já sido arrestados das contas de Carlos Santos Silva, que poderão pertencer a José Sócrates, sendo que o resto terá sido aplicado na compra do apartamento do ex-governante no centro de Paris.
© Carlos Manuel Martins/Global Imagens
Depois da passagem por Londres de Santos Silva, amigo de Sócrates e apontado como possível testa-de-ferro do ex-primeiro-ministro, e Gonçalo Ferreira, advogado que é também arguido no mesmo processo, os dois deslocaram-se a Paris onde estiveram com José Sócrates.
Os três deveriam regressar a Portugal na quinta-feira, mas José Sócrates decidiu adiar o seu regresso e ficar mais tempo em Paris. Carlos Santos Silva e Gonçalo Ferreira voltaram para Lisboa, porém, às 16.00 num voo da TAP, e terão sido detidos, como aconteceu no dia seguinte ao ex-primeiro-ministro, ao desembarcar na Portela.
José Sócrates soube com antecedência da operação para apurar a origem do seu património, e terá sido por isso que foi para Paris, e também por isso que Carlos Santos Silva e Gonçalo Ferreira, também incriminados, estiveram fora do país. É o que revela o jornal Sol esta sexta-feira.
Segundo "fontes próximas da investigação" citadas pelo jornal Sol, os investigadores da operação Marquês suspeitam José Sócrates de ter acumulado uma fortuna de 20 milhões de euros enquanto era governante. 17 milhões de euros terão já sido arrestados das contas de Carlos Santos Silva, que poderão pertencer a José Sócrates, sendo que o resto terá sido aplicado na compra do apartamento do ex-governante no centro de Paris.
© Carlos Manuel Martins/Global Imagens
Depois da passagem por Londres de Santos Silva, amigo de Sócrates e apontado como possível testa-de-ferro do ex-primeiro-ministro, e Gonçalo Ferreira, advogado que é também arguido no mesmo processo, os dois deslocaram-se a Paris onde estiveram com José Sócrates.
Os três deveriam regressar a Portugal na quinta-feira, mas José Sócrates decidiu adiar o seu regresso e ficar mais tempo em Paris. Carlos Santos Silva e Gonçalo Ferreira voltaram para Lisboa, porém, às 16.00 num voo da TAP, e terão sido detidos, como aconteceu no dia seguinte ao ex-primeiro-ministro, ao desembarcar na Portela.


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