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Duarte Lima foi condenado por burla e branqueamento de capitais. O filho Pedro Lima foi o único absolvido, tendo os restantes quatro arguidos também sido condenados. O caso Homeland está relacionado com crédito obtido no BPN para compra de terrenos em Oeiras.Segundo a edição online do Expresso, o tribunal deu como provado que Duarte Lima "transferiu três milhões de euros de origem ilícita para contas na Suiça".O tribunal considerou que Duarte Lima e o empresário Vítor Raposo enganaram o BPN sobre o valor dos terrenos. Foram pedidos ao banco 20 milhões de euros, quando o terreno valia cerca de cinco milhões de euros.

O caso Homeland

Nacionalizado em novembro de 2008, o BPN, que também tinha participação na Homeland, emprestou à sociedade um total de mais de 42 milhões de euros.Duarte Lima, o filho Pedro Lima e Vítor Raposo constituíram o fundo Homeland com o antigo BPN, para a aquisição de terrenos em Oeiras, em 2007, nas imediações do local para onde esteve prevista a sede do Instituto Português de Oncologia - projeto posteriormente abandonado.Os arguidos são Pedro Lima, filho do antigo líder parlamentar do PSD, cuja absolvição foi pedida pelo Ministério público; Vítor Raposo, sócio de Duarte Lima; Francisco Canas, que ganharia, alegadamente, uma comissão de um por cento por serviços financeiros ilegais; e ainda João e Pedro de Almeida e Paiva, advogados e parceiros de negócios do antigo deputado
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