O número de nascimentos no último ano foi de 82 787, valor que representa uma redução de 7,9% face a 2012 (89 841). Hoje, nascem praticamente metade dos bebés registados em 1973.

Há 41 anos nasceram 172 mil crianças, das quais 12 332 de pais não casados. Reflexo das transformações do conceito de família, o número de nascimentos fora do casamento mais do que triplicou em 40 anos. Em 2013 cifrou-se em 39 434, ou seja, 48% do total.

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No último ano, Portugal perdeu 60 mil habitantes. Além da redução da natalidade, o outro fator que determina a quebra é a cada vez maior emigração.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, no último ano saíram 53 mil emigrantes permanentes e 74 mil por um período inferior a um ano. Foram 128 mil, valor que traduz uma dimensão próxima da quinta maior cidade do País: Braga, com 136 mil habitantes.

A emigração registou um aumento de 6700 efetivos face a 2012. Desde a intervenção da troika em Portugal, em 2011, emigraram mais de 350 mil.

A perda de população só não é mais expressiva porque no último ano morreram menos cerca de mil pessoas. A redução do número de óbitos conduz a um aumento do tempo médio de vida, que em 2013 se fixou nos 80 anos. Gouveia é a cidade mais envelhecida de Portugal. Em cinco anos a esperança de vida média subiu 19 meses.
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