"A questão da minha saída é entre mim, a senhora ministra e o Carlos Brito. Mas sim, já está pensada", assume o líder do Instituto de Gestão Financeira e de Equipamentos da Justiça (IGFEJ), em declarações ao jornal I.
© TIAGO PETINGA/LUSA
Rui Mateus Pereira avançou que o inquérito para apurar responsabilidades - instaurado pela ministra Paula Teixeira da Cruz - já está a decorrer. E admite que o IGFEJ é um dos alvos dessa auditoria.
O Citius está a ser 'remendado' desde o dia 26 de setembro, com os técnicos do IGFEJ a levantar, comarca a comarca, todos os processos electronicamente. Faro será a última das 23 comarcas a ficar disponível, a partir da meia noite de hoje.
Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) lembrou que o facto de a plataforma já ter sido transferida para todos os tribunais, um mês e meio depois da data inicialmente prevista, 1 de setembro, vai levantar problemas, pois implica "um trabalho muito demorado para recuperar a normalidade".
"Em todos os tribunais vão ter de ser analisados processo a processo e só quando são consultados é que se vão vendo eventuais deficiências que surgem. Já foram detetadas algumas onde foi primeiro disponibilizada a plataforma", explicou, dando como exemplo os tribunais de Sintra, Loures e Évora.
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Rui Mateus Pereira avançou que o inquérito para apurar responsabilidades - instaurado pela ministra Paula Teixeira da Cruz - já está a decorrer. E admite que o IGFEJ é um dos alvos dessa auditoria.
O Citius está a ser 'remendado' desde o dia 26 de setembro, com os técnicos do IGFEJ a levantar, comarca a comarca, todos os processos electronicamente. Faro será a última das 23 comarcas a ficar disponível, a partir da meia noite de hoje.
Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) lembrou que o facto de a plataforma já ter sido transferida para todos os tribunais, um mês e meio depois da data inicialmente prevista, 1 de setembro, vai levantar problemas, pois implica "um trabalho muito demorado para recuperar a normalidade".
"Em todos os tribunais vão ter de ser analisados processo a processo e só quando são consultados é que se vão vendo eventuais deficiências que surgem. Já foram detetadas algumas onde foi primeiro disponibilizada a plataforma", explicou, dando como exemplo os tribunais de Sintra, Loures e Évora.


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