A mãe do refém norte-americano Abdul-Rahman Kassig dirigiu-se diretamente ao líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi, no Twitter. Quer saber o que vai acontecer ao seu filho.
"Estou a tentar entrar em contacto com o Estado Islâmico sobre o destino do meu filho. Sou uma mulher velha e o Abdul-Rahman é o meu único filho. O meu marido e eu estamos sozinhos, sem ajuda do Governo. Nós queríamos falar consigo. Como é que podemos entrar em contacto consigo?"
A mãe do refém norte-americano Abdul-Rahman Kassig dirigiu-se diretamente ao líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi. Quer saber o que vai acontecer ao seu filho, depois da ameaça de morte divulgada no vídeo que mostrava a decapitação do quarto refém do EI, o britânico Alex Henning, a 3 de outubro.
O Twitter foi o meio de comunicação usado por Paula Kassig, mãe de Peter Kassig, que mudou o seu nome para Abdul-Rahman aquando da sua conversão ao Islão, já depois de ter sido raptado. Kassig é um ex-ranger do exército norte-americano que combateu no Iraque durante três meses em 2007. Foi raptado em 2013 no Leste da Síria, quando prestava apoio humanitário através de uma organização que ele próprio fundou, em 2012, para ajudar refugiados do Líbano e da Síria.
Os pais de Kassig, Paula e Ed, já tinham divulgado um vídeo no YouTube onde apelavam à "piedade" dos raptores, que surgiu logo no dia seguinte ao vídeo da decapitação de Henning, onde se vê Kassig, no final, com a vida ameaçada como represália aos ataques norte-americanos contra o EI levados a cabo no Iraque e na Síria.
"Estou a tentar entrar em contacto com o Estado Islâmico sobre o destino do meu filho. Sou uma mulher velha e o Abdul-Rahman é o meu único filho. O meu marido e eu estamos sozinhos, sem ajuda do Governo. Nós queríamos falar consigo. Como é que podemos entrar em contacto consigo?"
A mãe do refém norte-americano Abdul-Rahman Kassig dirigiu-se diretamente ao líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi. Quer saber o que vai acontecer ao seu filho, depois da ameaça de morte divulgada no vídeo que mostrava a decapitação do quarto refém do EI, o britânico Alex Henning, a 3 de outubro.
O Twitter foi o meio de comunicação usado por Paula Kassig, mãe de Peter Kassig, que mudou o seu nome para Abdul-Rahman aquando da sua conversão ao Islão, já depois de ter sido raptado. Kassig é um ex-ranger do exército norte-americano que combateu no Iraque durante três meses em 2007. Foi raptado em 2013 no Leste da Síria, quando prestava apoio humanitário através de uma organização que ele próprio fundou, em 2012, para ajudar refugiados do Líbano e da Síria.
Os pais de Kassig, Paula e Ed, já tinham divulgado um vídeo no YouTube onde apelavam à "piedade" dos raptores, que surgiu logo no dia seguinte ao vídeo da decapitação de Henning, onde se vê Kassig, no final, com a vida ameaçada como represália aos ataques norte-americanos contra o EI levados a cabo no Iraque e na Síria.


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