© Fornecido por Jornal i
Os quatro meses regulamentares não vão chegar para ouvir toda a gente que já foi chamada a depor na comissão de inquérito ao banco e ao Grupo Espírito Santo. Ontem, dia em que a comissão foi formalmente constituída, o PCP pediu a audição de inúmeras pessoas, membros do actual e anterior governos, empresários, membros de entidades de supervisão, reguladores, família Espírito Santo e principais accionistas do BES, outros administradores do grupo, Vítor Bento, Moreira Rato (ex-administradores do Novo Banco) e o actual administrador, Stock da Cunha.
O PCP também quer chamar à comissão Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, todo--poderosos na PT até muito recentemente, no caso de Granadeiro, e até quinta-feira no caso de Bava. Do actual governo é pedida a audição de Paulo Portas, Maria Luís Albuquerque e Pires de Lima. Também os ex--ministros das Finanças Vítor Gaspar e Teixeira dos Santos são chamados, assim como o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares. E Victor Constâncio, antigo governador do BdP. Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi também são, naturalmente, chamados. Outros banqueiros e gestores também serão convocados: Fernando Ulrich, Nuno Amado, Artur Santos Silva, António Mexia, João Salgueiro e Miguel Cadilhe.
Os comunistas querem ainda que o comissário europeu Joaquim Almunia envie um documento escrito sobre a aprovação da ajuda estatal ao BES. O PCP pediu também para ter acesso aos testes de stresse realizados e à “real situação dos activos” do Novo Banco e do BES, agora banco mau.O presidente da comissão de inquérito lembrou ontem que a comissão “não faz investigação criminal”. Para o PSD, “a porta não está aberta, está escancarada, para tudo aquilo que seja a descoberta da verdade e a dignificação do parlamento seja realizado”, disse o deputado Carlos Abreu Amorim.
O Bloco de Esquerda pediu que fossem ainda chamadas as instituições da troika.
Os quatro meses regulamentares não vão chegar para ouvir toda a gente que já foi chamada a depor na comissão de inquérito ao banco e ao Grupo Espírito Santo. Ontem, dia em que a comissão foi formalmente constituída, o PCP pediu a audição de inúmeras pessoas, membros do actual e anterior governos, empresários, membros de entidades de supervisão, reguladores, família Espírito Santo e principais accionistas do BES, outros administradores do grupo, Vítor Bento, Moreira Rato (ex-administradores do Novo Banco) e o actual administrador, Stock da Cunha.
O PCP também quer chamar à comissão Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, todo--poderosos na PT até muito recentemente, no caso de Granadeiro, e até quinta-feira no caso de Bava. Do actual governo é pedida a audição de Paulo Portas, Maria Luís Albuquerque e Pires de Lima. Também os ex--ministros das Finanças Vítor Gaspar e Teixeira dos Santos são chamados, assim como o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares. E Victor Constâncio, antigo governador do BdP. Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi também são, naturalmente, chamados. Outros banqueiros e gestores também serão convocados: Fernando Ulrich, Nuno Amado, Artur Santos Silva, António Mexia, João Salgueiro e Miguel Cadilhe.
Os comunistas querem ainda que o comissário europeu Joaquim Almunia envie um documento escrito sobre a aprovação da ajuda estatal ao BES. O PCP pediu também para ter acesso aos testes de stresse realizados e à “real situação dos activos” do Novo Banco e do BES, agora banco mau.O presidente da comissão de inquérito lembrou ontem que a comissão “não faz investigação criminal”. Para o PSD, “a porta não está aberta, está escancarada, para tudo aquilo que seja a descoberta da verdade e a dignificação do parlamento seja realizado”, disse o deputado Carlos Abreu Amorim.
O Bloco de Esquerda pediu que fossem ainda chamadas as instituições da troika.


Post A Comment:
0 comments: