O preço dos bens e serviços em Luanda, considerada a cidade mais cara do mundo, cresceu 0,63 por cento entre agosto e setembro, indica o relatório mensal do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a evolução da inflação.

De acordo com o relatório, a que a Lusa teve acesso esta sexta-feira, com esta aceleração, uma das mais altas do ano, o nível geral do Índice de Preços no Consumidor (IPC) da cidade de Luanda, em termos homólogos, aponta para uma inflação de 7,19% em setembro. Esta taxa anual até representa uma redução, segundo o INE angolano, de 1,74% em relação ao valor da inflação observado no mesmo período de 2013, indiciando manter-se a tendência decrescente iniciada em novembro de 2010, lê-se no relatório.

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Na evolução mensal, o aumento dos preços em 0,63% acumula com a subida de 0,60% entre julho e agosto.

Este relatório ainda não reflete os efeitos da subida dos combustíveis em Angola, verificada a 27 de setembro, com o litro de gasolina e de gasóleo a aumentar cerca de 25%, face à redução da subvenção estatal ao setor.

A capital angolana foi considerada em julho, pelo segundo ano consecutivo, como a cidade mais cara do mundo, de acordo com um estudo global sobre o custo de vida em 2014. A consultora Mercer, que produziu o documento, realçou que os resultados do estudo confirmam que os locais mais caros do mundo para expatriados são maioritariamente cidades europeias, africanas e asiáticas.
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